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domingo, 30 de novembro de 2008

Isaac Asimov e as Leis da Robótica


A palavra robô vem do tcheco, robota, que significa trabalho forçado. É uma dessas palavras criadas a partir da ficção científica, que acabem "pegando" (no caso, uma peça de teatro de autoria de Karel Çapek, de 1921, na qual os empregados robóticos - "homens mecânicos" - de uma fábrica se rebelam contra seus donos, e os massacram, assumindo o comando).

A obra de Isaac Asimov é considerada um dos marcos da literatura de ficção científica, e serve de base para as idéias sobre robôs até hoje. Em seu livro “Eu, robô” ele descreve as famosas leis da robótica que são:
· Lei Zero: Um robô não pode causar mal à humanidade ou, por omissão, permitir que a humanidade sofra algum mal, nem permitir que ela própria o faça.
· Lei 1: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
· Lei 2: Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos que em tais ordens contrariem a Primeira Lei.
· Lei 3: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e a Segunda Leis
Curiosidade... nesse link você pode conferir a lista dos 50 melhores filmes com robôs (e o nome dos robôs) segundo o The Sunday Times.

Um comentário:

Mauricio Penha disse...

Olá Ricardo,
hoje escutei a sua participação e do meu conhecido xará no 91 News. Muito bom saber que ex-alunos e colegas do "CEFET-PR" são conhecedores e formadores de opinião.

Abraços

Mauricio Penha